Tim “Ripper” Owens – A Voz e a Força do Metal em São Paulo

O vocalista Tim “Ripper” Owens, retornou mais uma vez ao nosso país para uma série de apresentações e na Cidade de São Paulo, o vocalista se apresentou no Manifesto Bar, na Zona Sul da Capital Paulista, e começou a sua apresentação logo de cara com um som de sua passagem no Judas Priest,a faixa título do álbum Jugulator, particularmente acho sensacional esse álbum, muitos criticam eu só tenho elogios, o manifesto infelizmente estava vazio, mas os poucos presentes saudaram muito o vocalista e tiveram um simpático retorno do artista.

 

Na sequencia o vocalista pergunta para a plateia “Qual é meu nome” sendo respondido com gritos de Ripper anunciando a próxima faixa da noite, e com isso a prova de que o cara canta muito e quem fala que ele esta acabado ou não canta ais nada, precisa urgentemente rever seus conceitos sobre cantar, a voz do homen estrondo casa inteira, ele dá uns agudos de arrepiar e sua presença de palco ainda é sensacional, sem delongas ele emenda Painkiller, fazendo o pequeno público agitar muito.

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O Show do Ripper podemos dizer que é um cover de luxo do Judas, uma vez que o show do cara basicamente é Judas Priest, passando por algumas do Iced EarthGreenface / Red Baron, alguma coisa do Beyond Fear e Fleetwood Mac, só coisa boa, não da pra reclamar não, quem vai não para de agitar um minuto é só musica de qualidade que nos fazem retomar no tempo.

 

Sou um grande fã do Ripper ele é um cara muito talentoso que infelizmente merecia um lugar ais ao Sol na cena Mundial, mas a vida é assim mesmo e não sabemos o que acho teceu, mas o talento da cara esta ali ainda quem vê ao vivo não pode falar que ele canta pouco, ou que ele não se entrega no palco, o show dele é bom e dinâmico.

Versão 2

Ouça musicas como Metal Gods, A Touch of Evil ou Death Row na potente voz de Ripper e tente não pular ou agitar, embora o publico fosse pouco, a musica consegue penetrar nos presentes e eles agitam e fazem a mesma assim mesmo, e sem falar que o som estava muito legal, alto e com qualidade, isso o Manifesto sempre proporciona, qualidade para ser ver as apresentações e isso é um grande ponto positivo.

 

Pra finalizar o cara manda Burn in Hell, som maravilhoso que só comprova tudo que eu disse acima sobre o vocal do Ripper, o cara se despede mas logo volta, pede para o seu guitarrista que lhe passe a guitarra, ele a toma coloca no ombro, e manda ns pedacinhos de clássicos como AC/DC e outras bandas e toca e canta na íntegra Living After Midnight, ele é meio durinho para tocar, mas se virou bem.

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No fim One on OneElectric Eye, fecham a conta da apresentação da noite, saldo positivo para quem foi, a casa vazia é detalhe, uma vez que o Vocalista não se intimidou e deu tudo que podia em cima do palco, e foi retribuído com aplausos e elogios, uma pena não estar mais cheio, mas quem foi viu que o Ripper ainda canta muito, mas muito mesmo e merece mais respeito na cena mundial.

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Matéria enviada por Lucas Amorim

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