Brit Floyd – São Paulo – Citibank Hall – 25-02-2015

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Ocorreu em São Paulo, a apresentação do Brit Floyd, considerada a maior banda de tributo ao Pink Floyd do mundo, a banda fez única apresentação dia 25 de fevereiro de 2015 no Citibank Hall em São Paulo com um show longo e inesquecível.

A Banda nasceu em Liverpool, em 2011, e já tocaram para mais de meio milhão de pessoas., ao vivo os caras recriam de forma irrepreensível os clássicos maiores de David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright, Nick Mason e Syd Barrett.

As músicas são apresentadas conforme o belo telão acima da banda, um contador com uma espécie de seletor acessa a data dos álbuns, mostra a capa e banda começa executar a música, sempre sob os aplausos do caloroso público, com imagens psicodélicas ou dos próprios membros orginais do Pink Floyd.

 

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O espetáculo foi dividido em duas partes, e os caras já começam com uma viagem, Shine On You Crazy Diamond (Parts I-V) e Learning to Fly, impressionante a técnica dos músicos, eles são precisos, são perfeitos, com um profissionalismo que comprova, o porque de se serem rotulados os melhores.

Na pista, a galera viajava nos solos, e composições como Childhood’s End, e todo o seu virtuosismo, que consagrou o Pink Floyd, mas o ponto alto do primeiro set, veio com o telão construindo um grande muro, seguida da introdução do maior clássico da banda Another Brick in the Wall Part 2 que fez a galera ficar rouca e cansada de tanto gritar e pular.

Ne sequência para terminar o primeiro ato da apresenteção, os caras mandam Sorrow e Pigs (Three Different Ones), um primeiro ato perfeio, coisa linda, virtuosimo, ténica, feeling, público satisfeito, só que tinha mais, ainda bem, e a segunda parte você fica sabendo lendo as próximas linhas.

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Vinte minutinhos de parada e os caras voltam animados já mandando um de meus sons prediletos, Astronomy Domine, que som é esse amiguinhos, é uma viagem a lua sem passagem de volta, é um experimentalismo sem precedentes, logo emendada com um clássico absoluto, Money, essa nem preciso dizer nada né ? O que o Darkside é para Rock Progessivo ? Podemos parar por aqui então não é ? Apenas digo que o som foi brilhantemente executado e agitado pela galera.

Sem demora, já partem para outra fase da banda, com Set the Controls for the Heart of the Sun, não tem linha a ser seguida no set list dos caras, isso que eu achei legal, eles iam do mais recente ao mais antigo de repente e isso surpreendia a galera, que nunca sabia o que estava por vir.

Outro grande momento que levantou todo mundo, foi na execuão de Time e a linda imagem no telão, não sabíamos se olhávamos para o palco ou para o telão, tamanha era a belezura daquelas imagens sobre o tempo, fiquei boquiaberto com essa produção de palco, ela ficou estupenda, o set seguiu com The Great Gig in the Sky e todo o seu virtuosismo, mas a próxima canção era a mais esperada da noite.

 

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Com a imagem de um rádio antigo e seu xiado, os primeiros acordes de Wish You Were Here foram executados e logo abafados pelos gritos da galera, o que dizer desse som ? Com toda certeza um das 10 baladas mais lindas compostas em todos os tempos, era a hora de fechar os olhos e deixar a música levar todo mundo, aquilo foi realmente emocionante.

No fim Shine On You Crazy Diamond (Parts VI-VII) e dois replays pra galera no Bis Comfortably Numb e Run Like Hell, cravando 3 horas de espetáculo, que para minha pessoa se passaram em 30 minutos, tamanha a perfeição e beleza das canções perfeitamente executadas por essa maravilhosa banda que não é taxada de melhor a toa, e quem compareceu viu que o título é merecido.

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Matéria enviada por Lucas Amorim

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