Jiro Okabe – O punk oriental em São Paulo

jiro okabe

Alguma vez você já viu japonês tocar punk rock ? Pois é, a noite de 24/09/2016 no Inferno Club situado na Rua Augusta foi reservada para o grande Jiro Okabe, o cara é praticamente um Ramone e além disso é presidente da Monsrite americana.

O japonês já demonstrava simpatia antes mesmo de começar o show, tirando fotos e cumprimentando a galera que estava presente para prestigiá-lo.

O relógio bateu 21:00 e a banda já estava em cima do palco para começar o show, a casa não estava muito cheia mas a galera estava muito ansiosa para ver a banda em ação.

Jiro montou um setlist muito empolgante e nostálgico para a galera que estava presente, o cara misturou músicas do seu disco solo, de CJ Ramone e também dos Ramones.

A banda abriu o show com “Look At The World”, seguindo com “Rock Boys”, “All I Want”, uma música atrás da outra sem pausa fazendo a galera ficar muito agitada.

Jiro muito simpático com a galera e com uma presença de palco incrível segue com “Girlfriend” e “Dedication” do CJ Ramone. O que mais me chamou atenção é que o cara não ligou em momento algum se a casa estava cheia, mas tocava com toda a energia fazendo aquele sábado a noite valer muito a pena.

O Japa seguiu o show tocando uma música atrás da outra sem deixar a empolgação do show acabar, e é claro que as músicas dos Ramones não poderiam faltar, e Jiro não poderia ter escolhido melhor.

A galera foi a loucura quando a banda tocou a clássica “Something to Believe In” onde todo mundo cantou acompanhado pelo vocal do Japonês, em seguida a banda tocou a nostálgica “ I Wanna Be Sedated” e para dar uma correria na galera com direito até rodinha punk nada mais nada menos que “Blizkrieg Bop”

E para encerrar a noite com muita empolgação a banda fechou seu setlist com “Cretin Hop” e a faixa que fecha o show pra loucura de todos , “Ramones”.

Jiro termina o show tirando fotos e cumprimentando toda a galera presente, mostrando muita simpatia e humildade, como mencionei, o cara não deu a mínima se a casa estava cheia, mas proporcionou o melhor do Punk Rock para todos ali presentes.

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Matéria enviada por Lucas Amorim

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