Doctor Pheabes – “Para nós é a maior realização tocar no Lollapalooza Brasil 2017”

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O Lollapalooza Brasil 2017 já tem data e local definidos e está chegando!!  O Mega festival que ocorre nos dias 25 e 26 de março no Autódromo de Interlagosmais uma vez colocara os fãs  para viver uma experiência única no festival criado por Perry Farrell. Serão dois dias de muita música, atividades incríveis, comidas especiais e uma vibe inigualável, e dentre varias bandas internacionais, as bandas do Brasil não poderiam focar de fora e para representar nosso país temos entre outras oDoctor Pheabes.

Falar da banda Doctor Pheabes é muito fácil! Basta ser amante do bom rock n roll e ter muita alegria de vida. Pois é assim que os caras são: contagiantes e vibrantes quando tocam e falam do seu som. No ano de 1986 nascia o embrião da banda. Duas duplas de irmãos, e amigos de infância, Parras (vocais/teclado), Magrão (guitarra solo), Escocês (baixo) e Paul (bateria), movidos e energizados pelos sons de Van Halen, The Animals, Led Zeppelin, Peter Frampton, Whitesnake e outras feras do rock mundial, resolveram se unir para fazer o que mais amavam: tocar!

E é isso que a galera que comparecer ao Lollapalooza 2017 verá ! Uma banda animada e com muita gana de divertir a galera, e para nos contar um pouco sobre esse clima e sabem sobre outras curiosidades batemos um papo com a banda e nas linhas abaixo vocês conferem essa conversa.

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Heavy – World – 1 – Como surgiu a banda, e de onde veio a ideia do nome “Doctor Pheabes”?

Doctor Pheabes – É uma referência à série de filmes do Vincent Price: “O Abominável Dr. Phibes”. Nós assistíamos aos filmes, extasiados com aquele cenário de horror misturado com uma boa dose de humor negro.

HW – 2 – O som da banda tem bastante influência do Hard Rock. Existe alguma referência específica para dar essa cara ao som do “Doctor Pheabes”?

DP – Os sons de Van Halen, The Animals, Led Zeppelin, Peter Frampton, Whitesnake e outras feras do rock mundial.

HW – 3- Vocês já foram responsáveis pela abertura de mega shows como “Rolling Stones” e “Guns n’ Roses”, e também já tocaram em festivais de grande expressão como “Monsters of Rock” por duas vezes ao lado de grandes bandas e também na edição do Lollapalooza em 2015.  Qual foi a sensação de poder participar de grandes eventos como estes? E como surgiram os convites?

DP – É inexplicável. O clima dos festivais é diferente. Há uma união das bandas, todo mundo dividindo o mesmo espaço. Para nós é a maior realização”tocar no Lollapalooza e saber que nossos ídolos vão tocar no mesmo lugar é indescritível.

Temos vários amigos no meio (produtores), nosso networking é bem extenso. Nós enviamos o material da banda e eles se encarregam de selecionar e enviar para a banda principal aprovar. Assim surgem os convites.

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HW – 4- Falando em Lollapalooza, vocês irão tocar novamente nessa edição de 2017 que acontece em no mês de Março, como que a banda anda se preparando para esse mega festival? E o que esperam do fest?

DP – Estamos ensaiando toda semana e acabamos de voltar de uma turnê nos Estados Unidos. Ficamos o mês de janeiro por lá. Nesse ano teremos mais tempo para tocar no Lollapalooza: uma hora de show. Normalmente, nos festivais, temos a metade desse tempo. A turnê nos ajudou porque fizemos apresentações com a duração da edição de 2017 do Lolla.
HW –

5 – Todos nós sabemos que um país como o Brasil apesar de ter grandes bandas  é difícil viver do Rock n’ Roll, como que vocês lidam com essa questão?

DP – Não é fácil mesmo. O cenário atual é de dificuldades. Continuamos seguindo com nossas profissões do outro lado da música. Cada um de nós tem outra profissão. Mas, agora, temos mais tempo para dedicar à música e isso tem feito a diferença nas nossas produções. O “Welcome To My House” esta aí para provar isso.
HW –

6- Além do disco “Seventy Dogs” a banda também lançou o single “Walking Alone”. Vocês pensam em um novo disco?  Ou no momento estão focados somente nos shows?

DP – Sim. O “Welcome To My House” é nosso novo disco e já tem data para pré-lançamento. Vai ser no dia 17/03 no Morrison Rock Bar. Nesse disco, a ideia foi resgatar um pouco o som de banda de garagem, tanto em termos de composição quanto em termos de sonoridade. Como a gente sempre teve influência de bandas que tinham raízes no blues, nós trouxemos as backing vocals para integrar o grupo e dar mais a cara das bandas das décadas de 70/80.

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HW –

7- No caso do “Edu Parras”, além de ser vocalista do “Doctor Pheabes” é vocalista também da banda “Armored Dawn”. Como é ser vocalista de duas bandas que atualmente estão em atividade?
DP – Isso é muito comum e existe no mundo inteiro: o mesmo músico faz parte de duas ou mais bandas. É legal porque uma banda completa a outra para o músico. São duas propostas diferentes que se complementam.

 

HW – 8- Como está a agenda de shows da banda? O que os fãs podem esperar pelo show no Lollapalooza?

DP – Nosso próximo show aberto ao público vai ser no dia 17/03. Vamos mostrar nosso novo disco “Welcome to My House”. Já é um esquenta para o fest. Fora isso, continuamos com os ensaios semanalmente.

Nós montamos nosso estúdio, onde foi feito o disco, e pretendemos fazer vários shows nesse local para grupos de amigos. O espaço também vai ser usado pelo DJ Cadu para um programa de rádio que deve ir ao ar na segunda quinzena de fevereiro e a Doctor Pheabes é uma das bandas convidadas.

HW – 9- Queremos agradecer a oportunidade que nos deram de entrevista-los. E por último, deixem uma mensagem pra todos os fãs do Heavy World!!

DP – Queremos convidá-los para o pré-lançamento do “Welcome To My House”. Vai ser no dia 17/03 no Morrison Rock Bar, na Vila Madalena. Esse álbum está bem diferente do Seventy Dogs. É um rock´n´roll bem fiel às raízes, bem natural, bem puxado para o blues anos 80, com muito vocal – trouxemos três feras no Backing Vocal: Graça Cunha, Nanny Soul (foram backings do programa do Serginho Groisman) e Beth Mello. Estamos esperando todo mundo lá.

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Matéria enviada por Lucas Amorim

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