Confira Entrevista com o Guitarrista Guilherme Costa Um dos Grandes Nomes Atuais da Guitarra

Com influência de grandes nomes das 6 cordas, como Tony Iommi, Synyster Gates, Joe Satriani,KikoLoureiro e Paulo Schroeber,  Guilherme Costa é um dos mais novos grandes nomes da Guitarra no Brasil.

Batemos um papo com o cara que nos contou muita coisa legal sobre seus projetos, seu trabalho e sobre sua carreira, confira abaixo esse bate papo:

 

1 – Primeiramente gostaríamos de saber como foi seu início na música? O que te influenciou para este caminho?

Eu comecei fazendo umas pequenas aulas de violão com meu avô aos 14 anos, aprendi alguns acordes e alguns trechos de músicas nessa época, mas nunca estudava regularmente. Aos 15 anos eu comecei a ouvir Black Sabbath e me apaixonei com os riffs e os solos do Tony Iommi, e então eu resolvi entrar na aula de guitarra, pois queria muito aprender a tocar as músicas do Sabbath. Depois disso fui conhecendo muitas outras bandas e estilos musicais e ampliando meu conhecimento, e então durante esse tempo a minha vontade de levar a música como profissão só crescia cada vez mais.

 

2 – Ao ouvir suas músicas do EP “The King’s Las Speech”, notamos que há influências que vão de Satriani até Malmsteen, esses caras são suas principais influências? Ou há algum guitarrista em específico?

Satriani e Malmsteen foram sim as principais influências do “The King’s Last Speech”, mas há também outras influências que eu tirei em alguns trechos como Kiko Loureiro e Eddie Van Halen.

 

3 – Falando em “The King’s Last Speech”, como foi o processo de gravação deste EP?

Eu fui até a cidade de Petrópolis/RJ gravar com o Gus Monsanto e o Celo Oliveira. Eu havia composto todas as linhas de todas as músicas, e tanto o Gus quanto o Celo deram ideias incríveis que contribuíram bastante para o material como um todo. Foi uma experiência super bacana gravar com eles, porque além do resultado final ter sido melhor do que eu esperava, foi também um aprendizado!

 

4 – Atualmente você possui bandas que são tributo do Metallica, Avenged Sevenfold, Pearl Jam e Paramore, você acredita que bandas cover podem servir como uma ponte para novas parcerias?

Sim, eu acredito que principalmente quando você faz parte de uma banda cover que se propõe a prestar tributo a uma banda específica, a fidelidade na execução dos arranjos se torna algo essencial e também é algo que demanda muito estudo e dedicação. Quando os músicos se atentam a estes quesitos e tornam o trabalho da banda cover bem fiel e bem executado, isso é bem visto pelo público que frequenta os shows e também pode influenciar na hora de fechar uma parceria.

 

5 – Além das bandas você também é professor de música na Pro Music em BH, como você enxerga o futuro da arte de “ensinar musica” para as pessoas sendo que vivemos em uma era completamente digital? Você concorda com o processo de criar e vender cursos online?

Eu concordo sim com os cursos online, inclusive até já participei de alguns e um dia pretendo lançar um curso de guitarra online também. Eu acho que a era digital na verdade facilitou o acesso á informação, hoje em dia é bem mais fácil encontrarmos dicas para estudarmos nosso instrumento, além de podermos estudar com professores que residem em outras cidades também. É claro que a aula presencial é bem mais eficaz do que a aula virtual, mas a aula virtual tem muito a acrescentar para os alunos também.

 

6 – Você está trabalhando em algum álbum Full? Se sim, o que podemos esperar do disco? Tanto na parte instrumental quanto na sua temática?

Já estou trabalhando nas composições do meu CD Full sim! Já posso adiantar que haverão influências não só do heavy metal e de guitarristas do rock instrumental, mas também de música brasileira e de trilhas sonoras de filmes e games, que é algo que sempre fui fascinado. A temática não foi pensada ainda, mas a parte instrumental já garanto que será recheada de novidades!

 

7 – Como você enxerga a arte de viver de música aqui no Brasil? Não necessariamente de Heavy Metal, mas como você lida com essa questão sabendo que o mercado musical é escasso?

Eu vejo que para alguém viver de música, não só no Brasil mas em outros países também, você precisa de muito mais do que simplesmente se dedicar aos estudos do instrumento. O artista precisa cuidar bem da sua imagem, procurar estratégias de marketing para alcançar seu público e possuir um diferencial dentre os demais. O mercado musical sempre está procurando elementos diferenciais nos músicos para que isso possa ser usado em prol da sua própria carreira e do seu sucesso e o diferencial é algo que sempre precisamos nos atentar.

 

8 – Queremos agradecer mais uma vez pela oportunidade de realizar essa entrevista, peço que deixe uma mensagem para os leitores do Heavy World!

Primeiramente gostaria de agradecer muito a vocês pela oportunidade de estar dando essa entrevista, e agradecer também aos leitores do Heavy World que terão a oportunidade de conhecer o meu trabalho por aqui! Quem quiser acompanhar meu trabalho curta minha página do facebook e me sigam no instagram, sempre estou lançando guitar covers e novas vídeo aulas e quem quiser dar sugestões sintam-se a vontade para dar seus palpites, todos serão muito bem vindos lá! Muitíssimo obrigado a todos e aguardem o CD Full que em instantes estará sendo gravado e trará muitas surpresas aos fãs da música instrumental e do Heavy Metal!

 

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Instagram: @guilhermecostagt

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Matéria enviada por Lucas Amorim

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